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Novo Roteiro Soul Sampa - Sustentabilidade Urbana

 

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No último sábado (06/02), o idds e o Soul Sampa lançaram oficialmente o Curso Direto ao Ponto: Os desafios da sustentabilidade numa megalópole. Ministrado pelas ruas de São Paulo, dentro de um circuito urbano formado por locais que representam, cada um a sua maneira, os principais desafios para a sustentabilidade urbana, o curso teve duração de oito horas e envolveu caminhada, pedalada, carro e metrô dentre os meios de transporte, utilizando serviços que estão disponíveis ao cidadão em seu dia a dia (como o UseBike, projeto da Porto Seguro, por exemplo). O apoio da Red Bull – que forneceu uma caixa de energéticos - garantiu o pique do pessoal durante toda a jornada.

 

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Lixo, alimentação orgânica, mobilidade, construção civil e revitalização urbana foram os principais temas discutidos durante o trajeto. Um dos melhores momentos do curso foi a visita à COPAMARE – cooperativa de catadores de lixo localizada na Vila Madalena - onde os participantes tiveram contato com a realidade de uma cooperativa de catadores, entenderam a “cadeia do lixo” e discutiram intensamente as possíveis soluções para alavancar o desempenho e a geração de renda da cooperativa. A utilização de bicicleta como meio de transporte no contexto urbano também foi novidade para muitas pessoas do grupo, que tiveram a oportunidade de pedalar pela primeira vez em Sampa.

A satisfação do grupo – formado por designers, arquitetos e estudantes, entre outros - em participar deste curso pode ser representada pelo depoimento de João Paulo, que veio de Porto Alegre apenas para participar da ação. “Foi uma experiência intensa e inovadora, nunca imaginei que um curso poderia ser desenvolvido com esse formato, proporcionando, além de conhecimento, experiências reais e genuínas”, disse. Camila, outra participante do Direto ao Ponto, definiu o curso em uma palavra – “atitude” – acrescentando que acreditava que não havia pessoas pensando e agindo para um futuro mais sustentável, e que agora não se sente sozinha nesta empreitada.

O Curso Direto ao Ponto: Os desafios da sustentabilidade numa megalópole terá edições mensais e está em busca de parceiros institucionais e patrocinadores. Os interessados podem procurar por Fábio Souza, presidente do idds, no fone 11 8255 4696 ou pelo email Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. '; document.write( '' ); document.write( addy_text96043 ); document.write( '<\/a>' ); //-->\n Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ; ou Leandro Herrera, do Soul Sampa 11 86548621,  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

A união de esforços do idds e Soul Sampa, duas empresas que tem como sede o HUB, é uma demonstração de que um novo mundo de colaboração é possível.

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Movimento Elefantes

Essa é para quem gosta de música instrumental de qualidade e costuma andar por aí com o bolso furado. Desde o início do ano, o Movimento Elefantes oferece ao grande público apresentações de bandas de sopro (orquestras ou big bands) no esquema "pague quanto puder". Uma iniciativa incrível de democratização da música instrumental brasileira de qualidade, que embora reverenciada mundo afora ainda está galgando seu espaço no cenário nacional.  As apresentações acontecem toda as segundas e terças-feiras, em dois locais: às segundas, à partir das 20:30 horas, no Teatro da Vila (Rua Jericó, 256, Vila Madalena) e às terças, à partir das 21 horas, no New Jazz Bar (Rua João Moura, 739, Pinheiros). 

 

Para animar, assista ao vídeo do Projeto Coisa Fina executando a obra Maracatucutê, do Maestro Moacir Santos (mais um gênio pouco reconhecido pelo povo brasileiro). Perdoem os clichês (mesmo), mas é coisa fina... E é da pesada!

 

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Soul Sampa: Unique Custom Tours of São Paulo

Oi gente!

 O Soul Sampa ganhou uma nota num site super bacana de inovação, o PSFK! Para visualizar no site, clique aqui!

 

Soul Sampa: Unique Custom Tours of São Paulo

Ask anyone about São Paulo’s tourist attractions and you’ll probably get little more than Ibirapuera Park, Paulista Avenue, some nightclubs and a bunch of restaurants.

The city is best known as Brazil’s business epicenter, where visitors are often likely to experience the chaotic traffic generated by more than 6 million cars on the streets. However, the adventurous traveler that is willing to go deeper beneath the surface will find an immense variety of places to go and things to do. The problem is how to get off the beaten track within the context of little time and little patience.

Soul Sampa is determined to fill this gap with fresh, customized “urban experiences”. Its suggestions are a mix between fixed and temporary venues, like art exhibitions, popular manifestations, music shows and events related to sustainability in terms of design, fashion, street art and music.

Most of the routes offered by Soul Sampa are intended to be traveled on foot, thus reducing the carbon footprint of the tour and bringing the tourist, whether local or foreign, closer to the city’s true essence. One can choose between a cultural overview of the metropolis, a thematic tour followed by a specialist or a specific “dive” into the city, for those who know exactly what they want but have no clue of where to find it. Pictures and videos are courtesy of Soul Sampa, via a “cultural counselor” that accompanies and documents every tour.

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SOUL SAMPA NA FOLHA ILUSTRADA

O Roteiro de Arte de Rua do Soul Sampa está dando o que falar! Dessa vez, foi a FOLHA ILUSTRADA que veiculou uma matéria sobre a gente! (se preferir visualizá-la no site da FOLHA, clique aqui).

Grafites de São Paulo se transformam em roteiro turístico

Dégradé, jogos de luz e sombra. A guia turística aponta para as pinturas, chama atenção para assinaturas e técnicas. Não estamos num museu, muito menos vendo quadros. São grafites na avenida Doutor Arnaldo, zona oeste de São Paulo.

Entre buzinas e ônibus barulhentos, o grupo de dez turistas atravessa a pé o bairro de Pinheiros, em direção à Vila Madalena, caçando desenhos com ajuda da guia Yara Amaral, 26, mais conhecida como Yá!, grafiteira há seis anos e ex-aluna de artistas famosos do movimento, como Zezão e Boleta.

"A ideia é sensibilizar o olhar para a cidade", explica Leandro Herrera, sócio-fundador da Soul Sampa, agência de turismo que organiza passeios temáticos pela cidade e, desde abril, começou a explorar a fama do grafite paulistano, assim como outras duas empresas.

Pelos 5 km de asfalto, surgem trabalhos de artistas mais conhecidos, como Titi Freak e Rui Amaral, além de nomes da nova geração, como Zito, que mistura grafite e fotografia numa obra localizada sob a ponte da r. João Moura. Yara também fala das gangues de pichadores, como os coletivos Vicio e Sustos, e suas filosofias de rua.

Num "grapicho" --mix de grafite e pichação-- na rua Cardeal Arcoverde, por exemplo, letras em tons de azul e contornos elaborados fazem mistério sobre o que, afinal, estaria escrito ali. "Às vezes nem a gente entende", diz Yara sobre o desenho pintado em 2008, provavelmente de forma ilegal.

"Da mesma forma que os intelectuais criam uma linguagem que ninguém entende, eles [grafiteiros, pichadores] criaram a deles. Eles marginalizam quem os marginaliza."

Beco do Batman

Enquanto a turma caminha com suas câmeras fotográficas, Leandro e um colega ficam de olho para ninguém ficar para atrás. O grupo é composto só de mulheres, todas estrangeiras, que moram ou estudam no país. O passeio dura cinco horas, incluindo um workshop de spray ao final e pausas para almoçar e tirar fotos, especialmente na escadaria da rua Cristiano Viana e no Beco do Batman, uma longa viela de paralelepípedos na Vila Madalena, ambos locais tomados pelos grafiteiros desde os anos 80.

Do grupo de americanas, argentinas e europeias, todas querem ver osgêmeos, dupla formada pelos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo, que expõe em galerias de arte mundo afora e é reconhecida pelos desenhos de bonecos amarelos.

Mas nenhuma delas consegue identificar a assinatura elaborada em amarelo que encontramos pelo caminho, no alto de um muro. O "bomb" -letras sem muitos detalhes, só com contorno e preenchimento-- foi feito neste ano pelo coletivo Vidaloka, do qual os dois participam, e, se olhado com calma, quer dizer "osgêmeos".

"Por mais que eles estejam nas galerias, eles continuam pintando nas ruas", explica Yara. "Sempre passo por aqui e vejo esse negócio, mas nunca imaginei que fosse dos gêmeos", comenta uma turista.

Zezão, famoso pelos tubos azuis que pinta nos subterrâneos da cidade, também surpreende com um mural pintado no Beco do Batman, repleto de nuvens de fumaça colorida em spray e estêncil, coisa que só os mais entendidos, como sua ex-aluna, reconhecem.

"É uma maneira diferente de descobrir o bairro, um passeio divertido e sério", disse a francesa Erwane Kaloudoff, 36.

 

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BAKERY ITIRIKI


Você comeria um brigadeiro de doce de feijão com morango dentro? E um Milk-shake feito de leite batido com pó de inhame-roxo?  Parece desejo de mulher no sétimo mês de gestação, né? Pois se fosse o caso, as futuras mamães poderiam se deliciar na Bakery Itiriki, uma padaria oriental que fica bem no burburinho da Liberdade e se destaca por suas especialidades com toques orientais. As duas “delícias” mencionadas anteriormente chamam-se, respectivamente, “ichigo daifuku” e “suco de pobá”.

Duvida? Então vai lá!


Rua dos Estudantes, 24, Liberdade.

Tel  (11) 3277-4939

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WOMEN ARE HEROES

Vale MUITO a pena conferir o trabalho do fotógrafo francês JR, que há anos busca transferir para imagens o sofrimento e a luta de milhares de mulheres em situação de risco. Além do vídeo abaixo, a  edição 8 da Revista Soma traz uma reportagem completa a respeito do trabalho desenvolvido pelo fotógrafo no Morro da Providência, uma das regiões mais carentes do Rio de Janeiro. Baixe aqui a revista!

 

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SOUL SAMPA NO ESTADÃO!

Por conta de nosso Roteiro de Arte de Rua em São Paulo, hoje o Soul Sampa saiu numa matéria sobre Graffiti no Caderno Metrópole do ESTADÃO! 

Sempre vale lembrar que este roteiro rola toda quarta e sábado. Entre em contato conosco pelo Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. para saber mais!

Abaixo, íntegra da matéria do ESTADÃO (se preferir visualizá-la no site do jornal, clique aqui:

Contra pichadores e Lei Cidade Limpa, lojas agora usam grafite

Escolas e concessionárias aderiram à moda, que tem aval da Prefeitura

A dupla função exercida pelo grafite, alternativa à Lei Cidade Limpa e ao mesmo tempo "vacina" contra ação dos pichadores, tem feito com que lojas de São Paulo utilizem cada vez mais esse tipo de arte nas fachadas. O colorido já é marcante não só nos comércios de moda, mas também em farmácias, consultórios e oficinas mecânicas.

"Fizemos discussões com os grafiteiros e chegamos a um consenso sobre a utilização da técnica", afirma a diretora de Paisagismo da Empresa Municipal de Urbanização (Emurb), Regina Monteiro. "Para usar o grafite na fachada é preciso critério. Não adianta optar por formas que deem publicidade ao nome do local", completa ela, que diz já ter vetado alguns projetos que utilizavam aquelas letras góticas e pontudas para escrever, por exemplo, "consultório dentário", o que é proibido.

A arte nas fachadas já é presente desde a Avenida Santo Amaro, na zona sul - marcada pelos rabiscos das pichações -, até a Rua Augusta e a Vila Madalena, berços dos artistas de rua. No sábado, a reportagem circulou pelas vias da cidade e encontrou oito lojas que aderiram à nova moda. Ainda que as que vendem roupa fossem maioria, também apareceram escola de inglês, restaurantes e concessionárias.

Para Yara Gurgel de Barros, que desde 2003 assina como artista urbana Ya!, a procura dos lojistas pelo grafite é mais um termômetro de que a aceitação da arte só tem aumentado. "Eu mesma tenho tido muitos convites", diz. "O grafite tem uma estética original, o que acaba sendo um atrativo para as lojas."

Para a lista de novas funções do grafite, além das fachadas, o turismo também já despontou.

Ya! é guia da Soul Sampa, empresa que tem a proposta de apresentar São Paulo pela arte de rua. "O grafite está no cotidiano paulistano, nos muros, paredes, bueiros", fala Leandro Herrera, um dos sócios da Soul Sampa, que anteontem realizou a quarta excursão pelos grafites da cidade. "Mas as pessoas nem sempre lidam de forma harmoniosa, porque não entendem a arte. Esse conhecimento é a nossa proposta." Mesmo objetivo de decifrar a obra dos grafiteiros tem Diogo de Oliveira, diretor da SP Bureau, agência que leva turistas para conhecer o roteiro grafitado da cidade. Ele fechou parceria com o L?Hotel para levar os estrangeiros a conhecer várias obras de rua de SP. A ideia nasceu, conta, da própria dúvida recorrente dos "gringos" ao apontar os muros e perguntar o que eram os coloridos.

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